Palavras-chave: amor, amorosas, aventuras, paixão, poesia, reflexão
Número de páginas: 104
Edição: 1(2015)
ISBN: 978-85-68166-03-1
Formato: A5 148x210
Coloração: Preto e branco
Acabamento: Brochura c/ orelha
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DO TRABALHO ESCOLAR
Quem pode a um sorriso resistir
Da menina linda quando o olhar
Brilha e se aproxima devagar
Tão fogosa a ponto de explodir?
Foi assim que te conheci ardente
Em sua casa num dia enfadonho
Transformou meu trabalho em sonho
Pois, te deixei mais carente!
Minha mocidade que despontava
Não conseguiu matar seu desejo
Pois, só bastava um beijo
Que aos seus instintos saciava.
E assim frequentei sua rua
Alimentei-me da sua paixão
O trabalho escolar foi a imposição
Para contemplar a presença sua!
Hora, F. J. Fim de Primavera. 2015. JHS Publicações.
Os escritores F. J. Hora e Jota Erre, da editora JHS Publicações.
A editora JHS Publicações apresenta escritores para a IV Bienal do Livro 2017, realizado no Shopping Peixoto, na cidade de Itabaiana SE.
Fruto de um projeto de publicação com responsabilidade social, a editora investiu mais de R$ 2.000 (dois mil reais) para participar do evento, uma forma de mostrar ao estado a produção literária de Japaratuba (que por sinal não teve estande próprio na Bienal).
Logo na entrada podia se ver diversos estandes das várias cidades que mostravam sua história e sua riqueza literária.
O evento contou com vários escritores do estado de Sergipe, jornalistas, políticos e demais personalidades da literatura e cultura sergipana.
Escritores e personalidades da literatura sergipana e de todo o país.
O Escritor e Professor Pompeu Tranzillo.
Os escritores F. J. Hora e Jota Erre, aproveitaram o evento para lançar seus novos trabalhos, Fim de Primavera e Oceano de Ilusões, respectivamente. Ambos publicados pela JHS Publicações.
Durante a feira de livros, receberam diversas pessoas que puderam apreciar as novas obras e adquirir alguns exemplares. Além do lançamento, F. J. Hora apresentou Cantos da Nova Idade e outros títulos.
A Editora JHS Publicações considerou o evento bastante positivo para o estado de Sergipe, uma vez que não só o município de Itabaiana (serviço público) como também o Shopping Peixoto (iniciativa privada) deram grande contribuição para a difusão cultural do livro em Sergipe ensaiando assim o cumprimento do que determina a Lei 10.753 de 30 de Outubro de 2003.
Em relação a Japaratuba, representa um grande passo para que a literatura ultrapasse as fronteiras do município e tenha destaque estadual, uma vez que mostra avanços com escritores publicados por uma editora local.
Os livros podem ser comprados pelo tel. (79) 99927-8239 ou pelos site:
Capas dos livros lançados pela JHS Publicações na IV BIENAL DO LIVRO.
Iniciado em 2014, idealizados por Bomfim Alzirarts, Gibras e Flávio Hora (F. J. Hora), o primeiro passo foi a criação da primeira editora de Japaratuba, a JHS Publicações e o lançamento do seu primeiro livro (ISBN): Cantos da Nova Idade, no dia 26 de Setembro de 2014.
Objetivos:
1. Lançamento de 2 livros de autores japaratubenses e uma coletânea (antologia) com poetas japaratubenses;
2. Criação do Clube de Artistas de Japaratuba, um grupo ou associação cultural para representar a classe artísitca de Japaratuba;
3. Fortalecimento do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Japaratuba – CMPC;
4. Difusão Cultural e do Livro, através de publicações, saraus e atividades folclóricas.
Livro será lançado no maior evento literário de Sergipe
Escrito em 2013, Fim de Primavera foi publicado, oficialmente em 2015 e disponibilizado para vendas desde 2014. O lançamento será no dia 21 de Outubro de 2017, das 18 às 21 horas
Sinopse: Sabe aquele momento da vida, onde o amadurecimento nos faz refletir sobre a infância e juventude, ou seja, tudo que construímos como valores e experiências para seguir em frente o nosso caminho? Fim de Primavera seria uma metáfora ao fim da juventude? Talvez, essa juventude física, esse tempo de flores que nos deixam eufóricos e nos fazem pensar no futuro de forma dolorosa! Mas, o poeta diz que o "o fim da primavera para ele/E o recomeço..." do que não viveu ainda. Então, é o fim de uma primavera e a espera de outra? Amores, paixões, aventuras da juventude. Trabalho, família e a procura de sair da rotina... E a solidão, pode ser a companheira e a saudade o único consolo de um tempo bom, ou, que podia ter sido bom. O poeta fala com a alma para tocar a sua alma! Imperdível!"
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Número de páginas: 104
Edição: 1(2015)
ISBN: 978-85-68166-03-1
Formato: A5 148x210
Livro publicado pela editora JHS Publicações
Com a presença de Gibras (Gilberto dos Santos), Jota Erre (José Pereira Rodrigues) e F. J. Hora (Flávio Hora) a reunião teve início às 14 horas, sobre os seguintes assuntos:
Ouvindo o reggae bem cantado pelo cantor Edson Gomes (Cachoeira, Bahia, 3 de julho de 1955), encontrei a música que traduz a realidade brasileira, e, ao mesmo tempo, chama a atenção para a juventude que está “perdida” e para o “amor que os cantores cantam” que é uma ilusão, ou seja, está destruindo a família, pois, o conceito está distorcido.
As músicas atuais pregam o amor como uma grande “sofrência”, termo que viralizou e se tornou a “filosofia” de um povo sem rumo, frutos do consumismo e da indústria cultural.
Segue abaixo uma das melhores músicas que refletem sobre essa realidade.
Edson Gomes
O amor foi a pedra que faltou no alicerce da nação
Esse amor és a pedra que sobrou nessa nossa construção
E o amor que os cantores cantam
Não junta a família
Não soma,não junta a família uo uo uo
Filhos e filhas contraindo traumas
Sexo e drogas, fama e dinheiro
Assunto principal
Sexo e drogas, fama e dinheiro
Notícias do jornal
Juventude toda perdida
Uma juventude mal dirigida
E mesmo protegido pela polícia
Nós não estamos livres da violência
A juventude toda perdida
Uma juventude mal concebida
Mesmo protegidos pela polícia
Nós não estamos livres da violência
Que não soma, nem junta uma família
Não soma, não junta, a família
“O amor foi a pedra que faltou no alicerce da nação”
O Amor – sentimento espiritual de quem ama, quer bem, suporta a felicidade do outro, é caridoso. A natureza intrínseca de Deus. Diferente da paixão, que é um sentiment carnal de desejo pelo outro.
“E o amor que os cantores cantam
Não junta a família”
O amor que os cantores cantam é atração física, paixão, excessos da carne, não traz bem estar, mas, leva aos vícios e pecados. Como diz a música, causa traumas. A “sofrencia” é um produto capitalista, para vender shows, bebidas e fortalecer o comércio de ilusões.
“Sexo e drogas, fama e dinheiro
Assunto principal
Sexo e drogas, fama e dinheiro
Notícias do jornal”
Apesar da repressão de outrora, esse assunto era tratado como tabu, mas, mesmo após a quebra de símbolos e dos “bons costumes”, esses assuntos foram enfaztizados de tal forma que o ser humano ficou dividido entre o amor e o ódio, radicalizando tudo, perdendo o equilíbrio em nome de uma igualdade desleal.
“Juventude toda perdida
Uma juventude mal dirigida”
Essa distorção de conceitos levou à desorientação dos jovens atuais, a seguirem o que os vendedores de ilusão querem que o aspirantes a adultos responsáveis consumam.
“Mesmo protegidos pela polícia
Nós não estamos livres da violência”
Como consequência de tudo isso, a violência é uma realidade. Os traumas sociais revelam jovens acomodados, que sofrem calado e fazem justiça com as próprias mãos, que não querem estudar, que são contra as roupas sociais, as músicas clássicas e a poesia lírica.
Sergipe é um estado rico em cultura e poesia, e o nordeste é berço de grandes poetas populares. O chamado cordel é hoje uma das marcas da poesia sergipana e tem revelado grandes artistas como Massilon Silva, um alagoano que adotou Sergipe como morada a mais de 20 anos.
SONETO
Ao morrer que me deixem ser levado
Em pomposo cortejo, que evolui
Entre cânticos solenes entoados,
Qual soberano egípcio (que não fui).
Depositem meu corpo inanimado
Num sarcófago envolto em ouro e prata,
E por companheiros, bem ao lado,
O wisk e o cigarro de Sinatra.
Sob um manto de estrelas radiosas
E ao som de melodias eloquentes,
Habitarei entre jardins em Nínive
Adornado com pétalas de rosas
Embriagar-me-ei eternamente
De amor das mulheres que não tive.
Massilon Silva
Massilon Ferreira da Silva, natural de Pão de Açúcar, Alagoas, onde nasceu aos 06 de março de 1954.
Formado em Direito pela Faculdade de Direito de Maceió - FADIMA, estudou também Observação Meteorológica de Superfície - SUDENE/OMM, Curso Básico de Jornalismo - Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Alagoas e Teologia (não concluído ) - Faculdade ALFA, Aracaju.
Atuou como corresponde do Jornal de Alagoas, Jornal de Hoje e Desafio, todos de Maceió/AL.
Participou das antologias Tempo Definido e outras , da Editora Scortecci, São Paulo e da coletânea Aperitivo Poético, Aracaju/SE.
1. Como descobriu a poesia em sua vida?
Massilon Silva: Ainda na escola, no antigo Ginásio. Eu tinha um bom professor de português, que fazia questão de mostrar poesia para os alunos. Ele tinha prazer em ensinar a gente contar sílabas poéticas. Fui gostando e caí na estrada.
2. Apesar do contato com a poesia, já chegou a escrever em prosa?
Massilon Silva: Sim. Uma rápida passagem pelo jornalismo me levou para esse lado. Tenho muita coisa pronta, aguardando publicação.
3. A crônica é um texto literário originário do jornais. Qual tipo textual você aproveitou do jornalismo?
Massilon Silva: Eu gosto de contar histórias (curtas, é claro) do cotidiano, em linguagem direta.
4. Você se identifica com algum estilo literário, ou tem alguma técnica para escrever? Qual sua fonte de inspiração?
Massilon Silva: A inspiração depende do momento. A gente pode escrever sobre um tema atual, sobre situações pelas quais passamos ou presenciamos, ou simplesmente imaginar e passar para o papel, aí já descampando para a ficção propriamente dita.
5. Sobre a divulgação do seu trabalho, há alguma dificuldade para publicar seus textos?
Massilon Silva: A maior dificuldade encontrada é mesmo a financeira.
6. As redes sociais tem sido uma válvula de escape para a divulgação. Você acha seguro publicar na internet?
Massilon Silva: Eu sou meio avesso à internet. Gosto mesmo é do impresso; do cheirinho de livro novo.
7. Sobre a leitura em nosso estado. Há incentivo para a produção e publicação de livros?
Massilon Silva: Não transito por essa área. Conheço poucas pessoas envolvidas, portanto não tenho como opinar.
8. E sobre a produção poética no Brasil Contemporâneo. Há bons autores? Alguma revelação?
Massilon Silva: Não tenho lido.
9. Quais seus prêmios, publicações, projetos ou algo relevante na área literária?
Massilon Silva: O único concurso de que participei foi de um aqui em Aracaju, Acho que era Aperitivo Poético. Fui classificado. Publiquei poemas e contos em duas Antologias da Editora Scortecci e algumas poesias em jornais. Pouca coisa. Pretendo retomar este ano, se tudo der certo.
10. Como você avalia o futuro da literatura e da produção cultural no Brasil?
Massilon Silva: As perspectivas são animadoras. Pelo que sei tem muito mais gente lendo.